Voltou ao trabalho, mas a sequela ainda dificulta sua rotina?
Entenda quando o auxílio-acidente pode ser analisado.
Retornar ao trabalho com menos força, movimento ou resistência pode exigir esforço maior para a mesma atividade. A análise verifica se a sequela atende aos requisitos do auxílio-acidente.
Quem pode se identificar com essa situação?
Empregados, domésticos, avulsos e segurados especiais com sequela consolidada que reduza a capacidade habitual. Contribuintes individuais e facultativos não estão abrangidos.
O que entregamos e como o trabalho é conduzido
Análise das sequelas e da categoria de segurado; organização da documentação para avaliação pericial; definição do pedido e do possível termo inicial do benefício. Auxiliamos na organização da prova e na orientação para laudo médico assertivo. O médico responsável define diagnóstico, limitações e conclusões técnicas.
Qual benefício você pode obter?
Preenchidos os requisitos, pode haver implantação do auxílio-acidente, com renda mensal de 50% do salário de benefício. A cobrança abrange, em regra, os cinco anos anteriores ao ajuizamento e as parcelas posteriores até a implantação, observados a data de início do direito e os marcos legais. O benefício não é vitalício: na regra atual, cessa com a aposentadoria ou a morte.
Valores exigem cálculo individual. Decisões e pagamento dependem do órgão responsável.
Etapas do atendimento
- ContatoIdentificamos sua situação.
- DocumentosOrientamos o que reunir.
- AnáliseVerificamos requisitos, prazos e provas.
- DevolutivaExplicamos possibilidades e limites.
- ContrataçãoDefinimos escopo e condições.
- PedidoConduzimos a medida cabível e informamos os andamentos.
- DesfechoOrientamos sobre decisão, recursos e eventual pagamento, conforme o contrato.
Responsável pelo conteúdo: Emanuelle Silveira dos Santos Boscardin - OAB/PR 32.845. Atualizado em 12 de outubro de 2026.
Conteúdo informativo. Não há garantia de resultado, valor ou prazo. O enquadramento depende da análise individual.
